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Porque você paga mais caro por insumo todo ano e a produtividade não acompanha na mesma proporção. O algodão é uma das culturas com maior custo de insumo por hectare do Brasil, e cada real que entra no pulverizador precisa voltar em produtividade na colheita.
O desafio não é aplicar mais. É fazer cada aplicação render mais: planta mais vigorosa, mais resistente ao estresse e com mais produção por hectare.
É um bioestimulante produzido a partir de microalgas que nós mesmos cultivamos. Ele reúne os compostos bioativos que as microalgas produzem naturalmente, como fitormônios, aminoácidos e polissacarídeos, em uma composição pensada para ativar o metabolismo da planta, estimular o crescimento e aumentar a tolerância ao estresse, sem sobrecarregar o sistema natural do solo.
A força do produto está na sinergia. Não basta isolar uma molécula: é preciso equilibrar os compostos certos, na dose certa, entendendo como cada um interage com os outros e com a planta. Por isso a aplicação é foliar e em dose baixa, de 250 ml a 1 litro por hectare.
As microalgas são cultivadas em fotobiorreatores indoor, com condições de crescimento controladas.
Na densidade ideal, a cultura é colhida e concentrada por centrifugação, gerando uma biomassa rica em compostos bioativos.
Extraímos e refinamos as moléculas certas e equilibramos a composição para que os compostos atuem em sinergia.
Cada formulação é testada em ensaios com produtores rurais e consultorias agronômicas, em diferentes culturas e regiões.
Um sistema radicular mais forte explora melhor o solo e sustenta o crescimento da lavoura.
Mais eficiência na absorção e no aproveitamento do que já está no solo e na adubação.
Reduz o impacto de estresses bióticos e abióticos, como seca e calor, sobre a produtividade.
Estímulo ao metabolismo vegetal para um crescimento mais vigoroso ao longo do ciclo.
Contribui para a melhora da microbiota do solo, sem sobrecarregar o seu equilíbrio natural.
Aumento na quantidade e na qualidade do que é colhido, com mais lucro por hectare.
Em ensaios conduzidos entre 2024 e 2026, o produto entregou incrementos consistentes de produtividade em soja, milho, trigo, feijão e algodão, em diferentes regiões e condições de cultivo. No mapa, cada pino marca uma cidade com ensaio, e cada estado em destaque reúne os resultados obtidos ali.
Incrementos de produtividade em sacas por hectare (sc/ha) ou, no algodão, em arrobas por hectare (@/ha), em relação à área sem o produto. Valores arredondados para números inteiros; quando há mais de um tratamento, mostramos o incremento mínimo e o máximo atingidos. Os resultados podem variar de acordo com as condições de cada localidade, clima, manejo e características do solo.
| Cultura | Local e safra | Incremento | Conduzido por / Fazenda |
|---|---|---|---|
| Soja | Sorriso, MT · 2026 | +4 a +6 sc/ha | J&A Inteligência Agronômica |
| Milho | Rio Verde, GO · 2025 | +4 a +8 sc/ha | Agro Carregal |
| Feijão | Rio Verde, GO · 2025 | +5 sc/ha | Agro Carregal |
| Soja | Rio Verde, GO · 2026 | +5 a +6 sc/ha | GAPES ICT |
| Milho | Rio Verde, GO · 2026 | +9 a +12 sc/ha | GAPES ICT |
| Soja | Jataí, GO · 2026 | +4 sc/ha | G3 Agro Pesquisa e Desenvolvimento |
| Soja | Perolândia, GO · 2026 | +5 sc/ha | Fazenda Nossa Senhora Aparecida |
| Soja | Cascavel, PR · 2024 | +5 a +7 sc/ha | Fazenda Biocanto |
| Trigo | Mafra, SC · 2025 | +4 sc/ha | Fazenda Bituvinha |
| Trigo | Sarandi, RS · 2025 | +5 sc/ha | Fazenda Dirceu Zafari |
| Algodão | Sorriso, MT | +45 a +55 @/ha | J&A Inteligência Agronômica |
Os ensaios são conduzidos em parceria com produtores rurais e consultorias agronômicas de referência em diversas regiões do Brasil. Mais do que números, esses resultados validam uma tecnologia que nasceu na ciência e foi feita para o campo: mais produtividade, rentabilidade e sustentabilidade para o produtor.
Nossos ensaios são conduzidos em parceria com instituições de pesquisa e consultorias agronômicas de referência, em áreas de produtores e sempre com área comparativa.
GAPES ICT
Grupo Associado de Pesquisas do Sudoeste Goiano, com sede em Rio Verde (GO).
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J&A Inteligência Agronômica
Consultoria em inteligência agronômica.
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Agro Carregal
Pesquisa e proteção de plantas.
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G3 P&D
Pesquisa e desenvolvimento agronômico.
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Nós cultivamos a nossa própria matéria-prima. No agro, a qualidade da matéria-prima faz toda a diferença, e é por isso que fazemos o caminho inteiro: cultivamos a microalga em sistema próprio, extraímos as moléculas ativas, refinamos e testamos em campo.
Sabemos exatamente o que tem em cada litro, porque produzimos cada litro, com uma biomassa consistente de lote para lote.
Extrair não é purificar. Nossa etapa de refino é o que permite dose baixa com concentração alta de princípio ativo.
Quando um ensaio aponta um ajuste, mudamos o processo na próxima batelada. Controlar o cultivo nos permite evoluir o produto continuamente.
A B-algae nasceu de um laboratório de pesquisa em microalgas, não de uma mesa comercial. Os sócios trabalham juntos há mais de 12 anos, desde a graduação, passando por mestrado e doutorado, sempre no desenvolvimento de sistemas de produção de biomassa de microalga com aplicação no agronegócio.
Pesquisador em cultivo de microalgas. Responsável pelo desenvolvimento dos sistemas de produção e pela condução dos ensaios de campo.
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Sua tese de doutorado foi o desenvolvimento da linha de produto que originou o bioestimulante da B-algae.
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Mais de 30 anos de atuação em multinacional do setor agroquímico. Responsável pela estratégia de mercado e relacionamento com a cadeia de distribuição.
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Coordena a operação da B-algae, da produção da microalga à entrega do produto, garantindo que cada lote chegue ao campo com a mesma qualidade.
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Acompanha os ensaios nas fazendas parceiras, da instalação das áreas com testemunha à avaliação na colheita, e orienta o produtor sobre dose e momento de aplicação.
Ver perfil no LinkedIn →Sim. O algodão é hoje a nossa cultura de foco. Em ensaio de campo conduzido pela J&A Inteligência Agronômica, o produto entregou incremento de 45 a 55 arrobas por hectare, com lucro de até R$ 3.000,00 por hectare.
De 250 ml a 1 litro por hectare, via foliar, diluído conforme a calda da operação. A dose baixa é possível porque o produto concentra compostos bioativos refinados, que atuam em sinergia na planta.
Microalgas são organismos microscópicos, em sua maioria fotossintetizantes, ricos em compostos bioativos como fitormônios, aminoácidos e polissacarídeos. No bioestimulante, esses compostos atuam no metabolismo da planta, favorecendo o desenvolvimento das raízes, o aproveitamento de nutrientes, a tolerância a estresses e um crescimento mais vigoroso.
Temos o registro de estabelecimento aprovado pelo Ministério da Agricultura e o registro do produto está em processo. Enquanto isso, atuamos com produtores e parceiros em ensaios de campo e no fornecimento como matéria-prima para formulação.
Os ensaios são conduzidos em parceria com produtores rurais e consultorias agronômicas de referência, em diferentes culturas, regiões e condições de cultivo, sempre com área comparativa para medir o ganho real de produtividade.
Hoje trabalhamos via parceiros de distribuição e formulação, e conduzimos ensaios diretamente em propriedades de produtores. Se você é produtor de algodão e quer testar em área, fale conosco.
Não. Bioestimulante é complemento, não substituto. Ele age sobre o metabolismo da planta para que ela aproveite melhor o que já está disponível no solo e na adubação, e para que resista melhor a estresse.
A janela ideal varia com a cultivar, o manejo e as condições da safra. Nossa recomendação é definida caso a caso junto ao ensaio, e é isso que ajustamos nos testes em área com o produtor.
Entre em contato. Conduzimos ensaios em área comparativa, com testemunha, para que você veja o resultado no seu solo e na sua cultivar antes de qualquer decisão de escala.
Sim. Somos uma empresa de base científica brasileira, com produção e pesquisa em Santa Catarina, e ensaios de campo conduzidos no Cerrado, Paraná e Rio Grande do Sul.
Não pedimos que você acredite em resultado de ensaio alheio. Pedimos que você teste em uma área comparativa, com testemunha, na sua cultivar e no seu solo, e decida pelo que a colheitadeira mostrar.